| (Foto: Reprodução / Redes sociais) |
O governo do Irã executou, nesta quinta-feira (19), o lutador de wrestling Saleh Mohammadi, de 19 anos de idade. O atleta foi morto por enforcamento por, supostamente, ter matado um policial durante os protestos sangrentos realizados contra o regime do país em novembro de 2025.
As informações da imprensa local indicam que Mohammadi seria executado em praça pública, porém, a morte se deu dentro de uma prisão na ciadde de Qom. Outros dois homens, identificados como Mehdi Ghasemi e Saeed Davoudi, foram mortos. Todos - segundo ativistas de Direitos Humanos no Irã - foram julgados a portas fechadas, sem garantias legais e tiveram suas confissões obtidas através de métodos de tortura.
Ativista dos Direitos Humanos, o iraniano Nima Far afirma que executar atletas é uma forma de o regime do país aterrorizar a sociedade.
Em 2020 a vítima foi Navid Afkari, de 27 anos, e atleta de wrestling. Ele foi acusado de esfaquear Hassan Torkaman, um segurança que trabalhava em um prédio do governo, e formar um grupo contra a República do Irã. A única testemunha do caso, um comerciante que estava a quilômetros do local do crime, só teria dito que Navid se parece com o suspeito do assassinato.
GE





