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| (Foto: Alan Santos/PR) |
A Polícia Federal (PF) revisou o inquérito sobre suposta interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na corporação e, novamente, concluiu que não há provas de crime.
A investigação havia sido reaberta por determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes, após acusações do ex-ministro Sergio Moro de que teria sofrido pressão para mudanças em cargos da PF. Na época, a apuração já tinha sido arquivada a pedido do então procurador-geral Augusto Aras.
Na nova análise, já no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a PF manteve o entendimento de que as provas reunidas não sustentam acusações penais. O delegado responsável destacou que as diligências feitas à época dos fatos não revelaram elementos suficientes para responsabilização.
A corporação também informou que pediu ao STF acesso a provas do inquérito das fake news, mas Alexandre de Moraes respondeu que não havia indícios de interferência nesse material.
Com o novo relatório, o caso foi encaminhado ao procurador-geral Paulo Gonet, que decidirá se pede o arquivamento definitivo ou solicita novas investigações.
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